O Instagram como ferramenta de ensino e divulgação da bioinformática no Brasil: uma análise de perfis

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Este estudo investigou o uso do Instagram como ferramenta de divulgação científica e ensino da bioinformática no Brasil, área interdisciplinar crucial para a análise de dados biológicos. Reconhecendo a relevância das redes sociais na comunicação científica, o trabalho analisou como o Instagram é empregado para popularizar e educar sobre a área. A metodologia baseou-se na análise de conteúdo de Bardin (2016), avaliando 10 perfis brasileiros de bioinformática selecionados por critérios específicos. Os perfis foram classificados pela natureza do criador (pessoal ou institucional) e pela predominância temática do conteúdo (educacional/didático, divulgação científica geral, carreira ou misto). Foi também mensurado o engajamento pela média de curtidas nas últimas dez postagens. Os resultados revelaram uma diversidade nas estratégias de comunicação. Perfis pessoais destacaram-se pelo forte caráter didático e educativo, reforçando o papel de profissionais autônomos no ensino digital. Já os perfis institucionais apresentaram abordagens mais amplas, focando na divulgação científica geral e na representatividade. O engajamento variou significativamente, sendo o ISCB-SC o perfil com a maior média de curtidas (284), seguido por Naila Soler (111) e Revista Bioinfo (102,5). Este dado sugere que conteúdos visualmente atrativos, atualizados e relevantes geram maior interação. Conclui-se que o Instagram possui potencial significativo para o ensino e divulgação da bioinformática. A eficácia da comunicação, contudo, está ligada ao tipo de perfil e à estratégia de conteúdo. Os insights obtidos contribuem para o desenvolvimento de abordagens mais eficazes para a comunicação e o ensino da bioinformática em ambientes digitais, aproveitando a interatividade e o alcance da plataforma. 

Autores: Natália Quintanilha, Leandro Turmena

Introdução

A era genômica e o avanço da bioinformática transformaram profundamente as ciências biomédicas e da saúde, impactando diretamente campos como a medicina personalizada, a biotecnologia e a saúde pública. Tecnologias inovadoras, como o sequenciamento de nova geração (NGS), tornaram-se cruciais, permitindo a análise rápida e precisa de vastos volumes de dados genéticos [1]. A bioinformática, campo interdisciplinar que une a biologia e a ciência da computação, consolidou-se como aliada indispensável para a pesquisa em genética e genômica, complementando esses avanços [2, 3]. Conforme apontado por Antunes [4], essa área surgiu da necessidade de analisar e interpretar a vasta quantidade de dados biológicos gerados pelas novas tecnologias de sequenciamento genético. A integração de dados multiômicos e o desenvolvimento de algoritmos avançados têm expandido significativamente os horizontes da pesquisa científica [5]. No Brasil, a bioinformática emerge como área estratégica para superar desafios na formação de profissionais qualificados e no fortalecimento da pesquisa em genômica, destacando seu papel crucial no avanço da ciência e da inovação tecnológica [6].

A integração da bioinformática nos currículos acadêmicos é um pilar fundamental para a formação de profissionais capazes de impulsionar o desenvolvimento científico e tecnológico do país. No entanto, essa integração enfrenta desafios significativos, desde barreiras institucionais como a falta de infraestrutura, escassez de recursos financeiros e ausência de docentes capacitados [1, 6, 7], até obstáculos pedagógicos que incluem a rigidez de modelos curriculares [8]. A importância de incluir conteúdos emergentes, como as ômicas, é reforçada por Conley [9], enquanto Borges [6] e Goller [10] corroboram o papel vital da bioinformática no ensino de Genética e Biologia Molecular. Eles demonstram que sua inclusão nos currículos não só desenvolve habilidades práticas essenciais para a análise de dados biológicos, mas também estimula o pensamento crítico. A urgência em integrar a bioinformática no ensino formal é reforçada por Attwood [11], que destacam a contínua deficiência em expertise e a demanda por treinamento em todos os níveis educacionais globalmente. Pucker [12] reforçam essa perspectiva, mostrando que a separação entre o ensino de biologia molecular e bioinformática ainda é um desafio, e propõem modelos de educação integrada para suprir a crescente demanda por cientistas com formação combinada.

Nesse contexto de demanda por conhecimento e lacunas no ensino formal, as mídias sociais emergem como plataformas com grande potencial para complementar o ensino formal e facilitar a divulgação científica. No período da pandemia de COVID-19, por exemplo, o Instagram se consolidou como uma ferramenta essencial para a continuidade das atividades educacionais [13], demonstrando sua capacidade de adaptação e alcance. Essa versatilidade tem sido explorada em diversas áreas da saúde e ciências, como a nutrição [14] e a prevenção do câncer de colo do útero [15], onde as mídias sociais são utilizadas para disseminar informações e engajar o público. A prevalência de conteúdo educacional e acadêmico, mesmo em perfis de “influenciadores” em áreas como a neurocirurgia, sinaliza o reconhecimento do Instagram como um canal para a comunicação científica formal e informal [16]. A ubiquidade do Instagram exemplifica essa tendência: a plataforma conta com mais de 1,4 bilhão de usuários globalmente, com previsões de crescimento para 1,46 bilhão em 2025 [17, 18]. No Brasil, o Instagram já atinge 134,6 milhões de usuários, posicionando-se entre as redes sociais mais acessadas no país [19, 20]. Com usuários dedicando em média 33.1 minutos diários à plataforma [21], o Instagram não se limita ao entretenimento, mas consolida-se como um espaço fértil para a disseminação de conhecimento e o engajamento comunitário em diversas áreas.

Especificamente para a bioinformática, o Instagram apresenta-se como uma ferramenta estratégica para abordar a lacuna de conhecimento e a necessidade de treinamento contínuo, conforme evidenciado por Attwood [11]. Ao simplificar conceitos complexos, oferecer tutoriais e promover a interação, essa plataforma pode complementar o ensino formal e auxiliar na popularização da área. A experiência de Moreira [22], que confirmou o potencial do Instagram para o ensino e a divulgação científica em biologia, com bom engajamento do público, reforça a aplicabilidade dessa abordagem para a bioinformática. Além disso, a flexibilidade do Instagram em formatos de conteúdo permite que a bioinformática, com suas demandas por representações visuais de dados e processos, seja comunicada de forma mais acessível e atrativa.

Este estudo se justifica, então, pela necessidade de compreender como o Instagram está sendo empregado para o ensino e a divulgação da bioinformática no Brasil. A relevância da bioinformática no cenário científico atual e os desafios em sua disseminação e ensino tradicional tornam a investigação das mídias sociais como complementos educacionais um campo de pesquisa promissor.

Nesse contexto, a presente pesquisa se dedica a analisar perfis de Instagram que abordam a bioinformática, com o objetivo central de evidenciar o seu potencial na divulgação e no ensino desta área científica. Através da análise do conteúdo compartilhado, das estratégias de comunicação utilizadas e do engajamento gerado, busca-se compreender como o Instagram tem sido empregado para tornar a bioinformática mais acessível e interessante para diferentes públicos.

O estudo adotou uma abordagem descritiva, exploratória e qualitativa para analisar o uso do Instagram na divulgação científica e ensino da bioinformática, utilizando a análise de conteúdo proposta por Bardin [23].

A etapa inicial foi a identificação e seleção de perfis públicos do Instagram. A busca foi realizada em 11 de abril de 2025, utilizando os termos “bioinformática” e “bioinformatics“. Foram estabelecidos critérios de inclusão rigorosos para garantir a relevância e atualidade da amostra, como: ser um perfil público com conteúdo em português, criado há no mínimo 12 meses, possuir mais de 1.000 seguidores e apresentar postagens regulares e diretamente relacionadas à bioinformática (ferramentas, tutoriais, carreira, eventos, etc.). Perfis que não atendiam a esses requisitos foram excluídos, resultando em uma amostra final de 10 perfis brasileiros.

A coleta de dados descritivos foi realizada manualmente, registrando-se o nome de usuário, número total de seguidores e número de postagens de cada perfil. A categorização dos perfis ocorreu em duas fases. Primeiro, pela Natureza do Criador/Mantenedor (Perfis Pessoais ou Institucionais), verificada pela biografia e primeiros posts. Em seguida, pela Predominância de Tipos de Posts, analisando-se as últimas 20 publicações. As postagens foram alocadas em categorias de conteúdo predefinidas (ex.: Conceitos, Aplicações, Carreira), resultando na classificação dos perfis como Educacional/Didático, Divulgação Científica Geral ou Misto.

Análise e Categorização dos Perfis de Bioinformática no Instagram

A busca inicial pelos termos “bioinformática” e “bioinformatics” identificou 52 perfis. Após a aplicação dos critérios de seleção, a amostra final foi composta por 10 perfis brasileiros, com dados coletados em 11 de abril de 2025.

1. Visão Geral e Indicadores Descritivos

Os dados descritivos (Tabela 1) revelam uma grande heterogeneidade na amostra em termos de alcance, atividade e tempo de presença na plataforma:

●    Alcance (Seguidores): O número de seguidores variou significativamente, de 1.228 (@labi.ufma) a 6.757 (@bioinforamtic_ibbc), com o Laboratório de Bioinformática e Biologia Computacional do INCA destacando-se como o perfil de maior alcance (Gráfico 1).

●    Atividade (Postagens): O número de postagens foi ainda mais expressivo, variando de 90 (@labi.ufma) a 794 (@ab3c_ofical), sugerindo diferentes níveis de dedicação e estratégia de conteúdo.

●    Tempo de Presença: A amostra abrange perfis criados desde julho de 2015 (@nailasolber) até abril de 2023 (@bioinfoclass e @labi.ufma).

Resumo da Tabela 1 e Figura 1: A diversidade nos dados descritivos iniciais aponta para a existência de diferentes níveis de maturação e estratégias de construção de audiência entre os perfis de bioinformática no cenário digital brasileiro.

.Tabela 1 – Dados Descritivos dos Perfis de Instagram Analisados

Nome do Perfil

Nome de Usuário

Seguidores

Postagens

Última Publicação

Criação do Perfil

Programa de pós-graduação em Bioinformática da UFMG

@ppgbioinfo

2.127

165

09 abr.

dez. 2022

Flávia Bastos – Biotecnologista

@promicsbiotec

1.610

237

11 abr.

mar. 2022

Naila Soler

@nailasoler

3.107

367

29 mar.

jul. 2015

Laboratório de Bioinformática e Biologia Computacional – INCA

@bioinformatics_lbbc 

6.757

317

09 abr.

set. 2019

Bioinformatica – OnlineBioinfo

@onlinebioinfo

5.582

238

10 abr.

jul. 2019

AB3C

@ab3c_ofical

2.283

794

11 abr.

out. 2018

Bioinfoclass

@bioinfoclass

1.593

107

17 mar.

abr. 2023

ISCB-SC

@rsg_brazil

3.701

222

10 abr.

fev. 2020

Liga Acadêmica de Bioinformática

@labi.ufma

1.228

90

10 abr.

jul. 2023

Revista BIOINFO

@revistabioinfo

2.019

113

28 fev.

abr. 2022

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

 

Figura 1 – Número seguidores por perfil no Instagram. Fonte: Elaborado pelos autores (Excel®), 2025.

2. Categorização e Predominância de Conteúdo

A categorização dos perfis estabeleceu uma distinção inicial com três perfis pessoais e sete perfis institucionais. Em relação ao conteúdo:

●    3 perfis foram classificados como Educacionais/Didáticos.

●    2 perfis apresentaram predominância de Divulgação Científica Geral.

●    5 perfis foram classificados como Mistos, sem uma predominância clara.

3. Engajamento e Interação do Público

A análise do engajamento nas últimas 10 postagens (Tabela 2) revelou uma variação notável na média de curtidas (Gráfico 2):

●    Maior engajamento: O Laboratório de Bioinformática e Biologia Computacional – INCA (@bioinformatics_lbbc) obteve a maior média (513,4 curtidas), seguido pela Revista Bioinfo (@revistabioinfo) com 253,2 curtidas e pelo ISCB-SC (@rsg_brazil) com 293,7 curtidas.

●    Menor engajamento: Ligas acadêmicas e associações apresentaram menor média, como a Liga Acadêmica de Bioinformática (@labi.ufma) com 41,4 curtidas e a AB3C (@ab3c_ofical) com 59,2 curtidas.

Resumo da Tabela 2: A disparidade de engajamento sugere que a eficácia da comunicação é influenciada pelo tipo de perfil e conteúdo. Instituições de pesquisa e veículos de divulgação científica tendem a atrair um público mais engajado.

 

Tabela 2 – Engajamento do público nas 10 últimas postagens

Nome do Perfil

Nome de Usuário

Total de Curtidas (Últimas 10)

Média de Curtidas por Postagem

Programa de pós graduação em Bioinformática da UFMG

@ppgbioinfo

1319

131,9

Flávia Bastos – Biotecnologista

@promicsbiotec

837

83,7

Naila Soler

@nailasolber

1398

139,8

Laboratório de Bioinformática e Biologia Computacional – INCA

@bioinformatics_lbbc 

5134

513,4

Bioinformatica – OnlineBioinfo

@onlinebioinfo

968

96,8

AB3C

@ab3c_ofical

592

59,2

Bioinfoclass

@bioinfoclass

752

75,2

ISCB-SC

@rsg_brazil

2937

293,7

Liga Acadêmica de Bioinformática

@labi.ufma

414

41,4

Revista BIOINFO

@revistabioinfo

2532

253,2

Fonte: Elaborado pela autora, 2025

 

4. Análise por Tipo de Perfil

A análise qualitativa aprofundada das publicações recentes permite contextualizar os dados quantitativos, revelando as estratégias de comunicação adotadas pelas categorias de perfis:

4.1. Perfis Pessoais e Educacionais/Didáticos

●    Exemplos: @nailasoler e @promicsbiotec (Flávia Sanches).

●    Estratégia: Forte foco didático. Utilizam a autoridade e a experiência profissional do criador para simplificar conceitos complexos.

●    Conteúdo: Explicações de conceitos fundamentais (“Análises fundamentais que TODO bioinformata DEVE aprender” – Naila Soler), apresentação detalhada de ferramentas (modelagem molecular, docking – Flávia Sanches) e dicas de carreira.

●    Linguagem e Formato: Linguagem didática com a formulação de perguntas instigantes, uso de modelos moleculares 3D e a presença do próprio profissional em vídeos, reforçando a conexão pessoal e a confiança.

4.2. Perfis Institucionais e de Divulgação Científica Geral

●    Exemplos: AB3C (@ab3c_ofical), PPG Bioinformática da UFMG (@ppgbioinfo).

●    Estratégia: Atuação como canal oficial de comunicação e disseminação de informações cruciais para a comunidade.

●    Conteúdo: Divulgação maciça de eventos científicos (como o X-Meeting pela AB3C), oportunidades acadêmicas (matrículas, seminários) e artigos científicos.

●    Linguagem e Formato: Linguagem predominantemente formal e informativa, utilizando cards com identidade visual coesa (AB3C) para comunicar informações de forma clara e objetiva. O PPG da UFMG, por exemplo, utiliza o perfil para evidenciar sua excelência acadêmica (Conceito Capes 7).

4.3. Perfis Mistos (Institucionais e Pessoais)

●    Exemplos: @bioinformatics_lbbc (INCA), @rsg_brazil (ISCB-SC), @onlinebioinfo (Raquel Minardi), @revistabioinfo, @labi.ufma.

●    Estratégia: Abordagem multifacetada que busca informar a comunidade científica e popularizar a área para um público mais vasto.

●    Conteúdo: Grande variedade de temas, equilibrando a divulgação de pesquisas (INCA), eventos e cursos (ISCB-SC), carreira (Online Bioinfo) e a simplificação de conceitos com toques de humor ou temas sociais (INCA).

●    Engajamento: Perfis como o do INCA e o ISCB-SC (RSG) demonstram alto engajamento. O ISCB-SC, por exemplo, utiliza webinars, podcasts, sorteios e marcação de datas temáticas para engajar a comunidade estudantil e profissional, confirmando que estratégias variadas e interativas resultam em maior interação. Ligas acadêmicas (@labi.ufma) usam o perfil para atividades de extensão e ensino dentro da universidade, o que pode explicar seu público mais nichado e engajamento menor.

 

Considerações finais

A análise dos perfis de bioinformática no Instagram confirma o potencial da plataforma como ferramenta de ensino e divulgação científica, corroborando a literatura sobre comunicação em mídias sociais [24, 25]. Diferentes atores, instituições, associações e indivíduos adaptam suas estratégias, utilizando a plataforma para a promoção de eventos acadêmicos, divulgação de pesquisas e o ensino didático de conceitos complexos, validando seu papel como um ecossistema dinâmico para a disseminação do conhecimento em bioinformática.

Contudo, a análise de engajamento revelou que a interação não está exclusivamente ligada à formalidade ou ao tamanho do perfil. Embora instituições como o INCA e a Revista Bioinfo apresentem altas médias de curtidas, o engajamento notável de organizações estudantis (ISCB-SC) e a menor interação de ligas acadêmicas mais nichadas (@labi.ufma) sugerem que a qualidade do conteúdo, a frequência e a interação direta com a comunidade são fatores mais críticos do que a mera representatividade institucional. Perfis de especialistas e associações demonstram a capilaridade da plataforma para atender às necessidades de aprendizado e desenvolvimento profissional [26], indicando que o Instagram pode atuar como uma ferramenta complementar essencial para preencher as lacunas na integração e treinamento da bioinformática nos currículos [11, 27].

Em síntese, o Instagram consolida-se como uma ferramenta valiosa e complementar aos métodos tradicionais de ensino e comunicação em bioinformática. A plataforma é eficaz na difusão de conhecimento, na promoção de eventos e na construção de comunidades engajadas, adaptando-se a diferentes objetivos educacionais e de disseminação científica. O estudo conclui que o potencial de interação não é determinado apenas pelo porte da instituição, mas pela capacidade de gerar conteúdo visualmente atraente e estratégico. Apesar das limitações inerentes à coleta de dados em ponto único, esta pesquisa oferece insights importantes para o desenvolvimento de abordagens mais eficazes na comunicação da bioinformática no ambiente digital.

 

Referências

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[3] ALVES, A. P. N. A Bioinformática: aplicações e desafios. Revista de Saúde e Biologia, [s. l.], v. 8, n. 1, p. 38-42, 2013.

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[9] CONLEY, J. M. et al. Integrating Genomics into Nursing Education: A Systematic Review. Journal of Nursing Education, [s. l.], v. 54, n. 8, p. 433-439, 2015.

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