A regulação de uso de imagem na Bioinformática está relacionado em definir o que cargo pode e deve fazer. Uma imagem é rotulada pela idade do profissional, estilo do laboratório, salário, disciplinas de pesquisa, formato do contrato e etc. Está condicionada às funções de estudante, pós-doc, professor, técnico e líder. Geralmente a imagem é determinada por pessoas representantes dos cargos.
Muitas vezes o bioinformata está subordinado às hierarquias profissionais das áreas biológicas. A influência da função também é regulada no plano de uso de imagem. Tal como o uso dos achados (nome de genes e lista de biomarcadores), que é quase sempre protegido pela imagem dos biólogos e médicos por causa do interesse financeiro.
Infelizmente o uso de imagem foi condicionado também à nacionalidade do profissional. Então o que um bioinformata pode fazer em um país tem uma imagem diferente do colega no mesmo cargo noutro país. Menos insensatamente, a imagem da instituição também é fator determinante. Uma instituição com imagem de transparência não tem o poder de monetizar diretamente o produto dos achados. Uma instituição com imagem de medicina aplicada deixa os médicos usarem os biomarcadores e genes para tratamento antes dos artigos ser publicado. Uma instituição com imagem muito influente faz política com os achados. Esse são exemplos…
Para finalizar, o uso de imagem de bioinformatas diplomados na Europa é regulado na Europa. Mesmo que o trabalhador tenha expertise pioneiro e independente do Europeu. A influência dos bioinformatas fora da Europa é competida e reconhecida no mundo todo, mas não é recompensada. Portando a maioria dos bioinformatas deixam a área depois de acumular experiência.
* Este artigo não passou por revisão de pares.